POWERING BUSINESS STORIES


Crónicas originais apresentadas por Feliz Grangeiro, CEO da ARTSOFT sobre negócios, gestão e pessoas.

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São histórias vividas em primeira pessoa. Aprendizagens para nós. Inspirações para si. Para ir mais além. Para querer sempre mais. Conheça o percurso de alguém que criou de raiz uma empresa, um software, um objetivo de vida. Sempre fiel à sua paixão. Programar. Sem parar. Programar sempre, para construir um ERP sólido na estrutura, flexível na utilização.

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1. Sr. Fortunato, o contabilista que se riu dos QR Code

2. A primeira linha de código (estreia a 25 de março)


“Construir um ERP é pensar todos os dias em gestão, e mais do que isso, em pessoas. Construir um ERP é enfrentar todos os dias a responsabilidade de entregar um produto que não pode parar nunca e que todos os dias tem de ser melhor que o dia anterior “

Feliz Grangeiro

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1.

Sr. Fortunato, o contabilista que na década

de 90 se riu dos QR Code

Algures em meados da década de 90,

uma empresa nossa cliente foi adquirida por uma concorrente espanhola que já tinha escritório em Portugal, e uma das primeiras medidas do novo diretor espanhol foi a implementação de um conjunto de métricas (hoje chamam-lhe KPI’s), para avaliar qual o departamento administrativo mais eficiente – o da sua filial portuguesa ou o da sua nova afiliada – sendo menos eficiente “dispensado”.

A equipa portuguesa sentiu que a verdadeira intenção do diretor era criar uma forma de os dispensar “airosamente”. Mas qualquer estratega teria feito um pequeno estudo sobre a força do “inimigo” antes de o atacar, e este, imprudentemente não o fez…

Depois de dar voltas à cabeça,

o diretor administrativo da afiliada veio ter comigo com “umas ideias malucas” sobre a melhoria de desempenho do seu pessoal e para isso necessitava que fizéssemos umas pequenas alterações à nossa aplicação de gestão: esta já integrava na contabilidade as faturas de compras e vendas, mas eles ainda tinham uma grande quantidade de faturas de FSE (fornecimentos e serviços externos) que ainda tinham de ser lançadas manualmente, e isso requeria muito tempo a pessoal especializado de contabilidade, que não abundava no departamento, mas por outro lado, tinham algumas pessoas que passaram a ter muito tempo livre e facilmente seriam consideradas excedentárias.

“Estive a pensar que, com umas pequenas alterações no programa, eu consigo pôr pessoas não qualificadas a lançar contabilidade sem erros, mas para isso preciso da vossa ajuda”.

Alguns minutos depois,

já tinha percebido que a ideia estava muito bem estruturada, facilmente implementável e com muito boa probabilidade de ter sucesso, bastando para isso o treino do sistema com a criação de algumas regras e com treino do pessoal “excedentário”. Em menos de uma semana já tinha as suas ideias implementadas. Tendo obtido a solidariedade do seu pessoal (pudera!), a formação decorreu com entusiasmo, e passados alguns dias, até a telefonista lançava faturas de FSE, e se o sistema as aceitasse, trabalho concluído. Se não aceitasse, ou havia um erro de digitação ou não havia regra aplicácel. Ao longo do tempo o número de documentos não aceites era cada vez menor, e a eficiência do departamento facilmente ultrapassou a equipa rival, o que irritou solenemente o chefe espanhol, por razões evidentes.

Terminada a missão,

seria de esperar que o administrador espanhol da casa mãe e o diretor administrativo da afiliada portuguesa não iriam ter convivência pacífica e este demitiu-se. Sabendo disso, fizemos uma oferta de colaboração a tão preciso recurso para integrar a nossa equipa, e tivemos a sorte de este a ter aceite.

Pessoa de rigor implacável e humor insaciável, muito contribuiu para a melhoria das funcionalidades de automação da contabilidade. Lembro-me do gozo que teve quando lhe contei que no início dos anos 80 eu era um jovem entusiasta da automação informática e ter encontrado um contabilista de Torres Novas que me perguntou “se não haveria um sistema qualquer que usasse um tipo de leitor similar a um código de barras e conseguisse ler um documento e contabilizá-lo automaticamente”.

Pois é, grande mestre Fortunato:

daqui a um ano, com a introdução obrigatória dos códigos QR nos documentos, já não se riria quando lhe lembrasse que esse contabilista era só mais outro visionário muito à frente do seu tempo.

Feliz Grangeiro – Crónica publicada em 17-03-2021

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