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Observatório Artsoft: Os highligths que destacamos para clientes e parceiros - Janeiro Destaque

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JANEIRO À LUPA

• Como alguns dos principais líderes vêem 2018; • O verdadeiro ano da retoma do emprego em Portugal é este • Fabricantes de software avançam com acção contra a ordem dos contabilistas • Proteção de dados, cada vez mais urgente levar-se a sério.


 

Como alguns dos principais líderes vêem 2018

O Jornal de Negócios entrou em 2018 a perguntar a cerca de 100 líderes quais são as suas perspetivas para este ano. Sublinhamos três delas mas poderá conhecer todas clicando aqui: Jornal de Negócios

Três perspetivas:artsoft software-gestao-opiniao-2018

"No final de 2016, era difícil não encarar o ano passado com uma grande dose de preocupação face aos enormes riscos e desafios, internos e externos, que se perfilavam ao longo do ano, com desfechos imprevisíveis e um potencial impacto enorme a vários níveis. O balanço é positivo - estamos hoje melhor do que há um ano num conjunto importante de variáveis, o que nos permite olhar para 2018 com algum optimismo, ainda que forçosamente temperado pelo clima de incerteza que resulta da instabilidade e riscos políticos internacionais que nos rodeiam." Maria João Ricou, Directora-geral da Cuatrecasas.

"Em 2018 vamos ter menos barreiras no acesso ao conhecimento e um maior potencial para criar valor na sociedade. Redes cada vez mais rápidas, ligando pessoas, instituições e máquinas, serão a alavanca para maior fluidez na transmissão de informação, que se transforma em conhecimento, e este em valor na forma de novos produtos, para melhorar a vida das pessoas... Com a crescente digitalização, surge a promoção do empreendedorismo. (…) Alexandre Fonseca, Ceo da Altice.

"O grande desafio global, em 2018, será a capacidade dos novos líderes políticos assumirem como prioridade a defesa dos valores universais e, subsequentemente, dos interesses das pessoas. Não só das pessoas dos seus grupos, mas de todas as pessoas.” Luís Portela, "Chairman" da BIAL.


 

2018 – “O verdadeiro ano da retoma do emprego em Portugal”

““De acordo com um estudo, este ano será "o verdadeiro ano da retoma do emprego em Portugal", com as perspetivas de recrutamento a atingirem os 81%."  Eco Online

Em traços gerais:artsoft software-gestao-emprego-2018

De acordo com os resultados do Guia do Mercado Laboral 2018, as perspetivas de recrutamento para 2018 atingem os 81%, constituindo o valor mais alto alguma vez verificado nos inquéritos realizados pela Hays, consultora especializada em recrutamento.

Quanto às contratações também se prevê subida. Segundo o estudo, um terço dos empregadores afirmou que pretende recrutar um número superior a dez novos colaboradores e 13% admitiu mesmo contratar mais de 30 pessoas. Também a ARTSOFT pretende apostar no recrutamento para 2018. Aceda aqui para ver as vagas em aberto.

 


 

Fabricantes de software avançam com ação contra a ordem dos contabilistas

“Cerca de 30 empresas pedem uma indemnização de 11,5 milhões contra a Ordem por prejuízos económicos e danos de imagem e reputação”  Dinheiro Vivo

Em traços gerais:artsoft software-gestao-comprar

Ação que se perspetiva dar entrada nos próximos dias, no Tribunal Administrativo de Lisboa, irá solicitar que seja proibida a venda do software de gestão TOCOnline, pela Ordem, e uma indemnização de 11,5 milhões por prejuízos e danos de imagem.

A ARTSOFT é uma das “software house” que está neste grupo de três dezenas, não por estar contra a concorrência de mercado, mas por considerar tratar-se de concorrência desleal uma vez que a lei que regula as ordens públicas profissionais como é o caso da OCC, clarifica que estas não podem ter atividade comercial.


 

Proteção de dados, é cada vez mais urgente levar-se a sério

““Privacidade: A segurança e a prevenção de ciberataques são o grande desafio dos CEO. Já o maior inimigo das grandes organizações são os seus colaboradores e respetivos comportamentos.“  Expresso

Em traços gerais:artsoft software-gestao-protecao-dados

Segundo o World Economic Fórum as ciberameaças são a terceira causa de perigo mundial, logo a seguir às catástrofes naturais e ao terrorismo com uma relevância de que muitos ainda não se aperceberam. Os impactos são imensos, desde a perda de informação e dos custos financeiros diretos, é também a reputação que fica em causa.

No estudo referenciado pela notícia, da Accenture, mais do que temer ataques à escala mundial, as empresas devem procurar implementar políticas de segurança que evitem falhas internas. Isto porque 81% das quebras de segurança nas empresas resultam de roubo de credenciais, na maioria dos casos resultados da má conduta dos seus colaboradores.

A propósito deste tema, fique atento(a) aos artigos de fevereiro da ARTSOFT, estamos a preparar um conjunto de sugestões para ajudar na prevenção dos ciberataques.